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18 de maio de 2009

Você sabe o que é Bullying?

Matéria de adesão a blogagem coletiva em defesa da infância.

Insultos, apelidos pejorativos e brigas entre crianças e adolescentes podem ser exemplos desse tipo de violência

Insultos, apelidos pejorativos, brigas. Crianças e adolescentes têm sofrido e praticado, nas escolas, um tipo de violência que assusta pais e professores: o bullying.


O termo inglês (sem tradução para português) é usado para identificar agressões físicas e psicológicas que provocam nas vítimas um sentimento de humilhação. Entre as agressões verbais, são comuns os comentários negativos sobre a aparência, a família ou o lugar em que a vítima mora.

Mas nem toda forma de ‘ataque’ pode ser considerado bullying, alerta a psicopedagoga Núbia Torres, que desenvolve um programa de prevenção a esse tipo de violência em uma escola particular do Recife.

“Brigas cotidianas, apelidos e arengas são próprios da infância e não caracterizam bullying, necessariamente, porque são ‘brincadeiras’ feitas com qualquer pessoa. O bullying começa quando a agressão acontece com freqüência e é destinada a um alvo específico”, diz a especialista.

De acordo com a psicopedagoga, apesar de ser comum na escola e durante a juventude, esse tipo de violência pode acontecer também entre adultos e em outros ambientes. “Um autor de bullying durante a infância [agressor], se não for cuidado, pode se tornar um adulto que tem essa prática em outros espaços da sociedade, como a universidade e o trabalho”, afirma.

Para que a criança ou o adolescente não agrida outras pessoas, a psicopedagoga Núbia Torres ressalta a importância de um trabalho coletivo. “É necessário observar o autor da agressão e, se for o caso, encaminhar a um tratamento clínico. Mas o trabalho não deve ser só do profissional, mas em conjunto entre o terapeuta, a família e a escola”.

Esse cuidado se estende igualmente às vítimas de bullying. Elas podem desenvolver problemas psicológicos que, em casos extremos, são irreversíveis. Por isso, a família deve estar alerta.

“Os pais devem ficar atentos para observar mudanças comportamentais nos seus filhos. A vítima de bullying, geralmente, apresenta retraimento, tristeza e dificuldade em ir ao local em que sofre a agressão – que, normalmente, é a escola. Ao primeiro sinal provável de bullying, a família deve procurar a escola para que sejam tomadas providências. Não se deve esperar que a agressão aconteça novamente”, aponta Núbia Torres.

BULLYING

O que fazer para evitar esse tipo de violência

Pais e família

Mantenham um diálogo aberto e constante com os filhos. Assim, eles se sentirão à vontade para contar que foram agredidos.

Estejam atentos a possíveis mudanças comportamentais da criança / adolescente, como retraimento, tristeza ou agressividade.

Observem se seu filho tem resistência para ir à escola. Isso pode acontecer porque ele está sofrendo bullying nesse local.

Se suspeitarem que seus filhos sofrem bullying na escola, procurem a unidade de ensino, mas sem alarde, para não inibir a criança ou o adolescente.

Se for necessário, ofereçam à criança ou ao adolescente algum tipo de tratamento psicológico.

Vítima

Fale das agressões a algum adulto em que você confia (pais, avós, professores, vizinhos). Lembre-se que você não está sozinho.

Ignore quem xinga você. Quem fala mal gosta de ver que você fica nervoso e chateado com isso. Se você não se irrita, os agressores ficam entediados e param.

Ande acompanhado com um ou mais amigos nos locais em que os agressores normalmente estão. Procure também ficar próximo a algum adulto, como um professor ou algum funcionário da escola.

Envolva a maior quantidade possível de pessoas na discussão sobre agressões, desde amigos, colegas de classe até professores e o diretor da escola.

Não xingue nem agrida fisicamente o autor do bullying. Isso só piora a situação.

Testemunha

Não se junte aos autores de bullying para agredir outras pessoas física ou verbalmente.

Também não seja ‘plateia’ dos atos de bullying. Os agressores querem público para suas atitudes, para serem reconhecidos diante dos outros.

Convença a vítima a contar a agressão a um adulto. Se ofereça para estar junto com ela nesse momento. Se a vítima se recusar a falar, peça para você mesmo contar a um adulto no lugar dela.

Tire a pessoa que está sendo agredida moralmente de perto do agressor. Peça a ajuda de um adulto, se for necessário.

Se ofereça para fazer companhia às vítimas de agressões. Quando estão acompanhadas, é mais difícil que sejam agredidas.Ouça o que as vítimas têm para falar. Procure de aproximar também de pessoas que estão sempre sozinhas e alunos novatos.

Alguns casos de bullying que terminaram em tragédia:

Colorado (EUA), 1999 Os estudantes da Columbine High School, Eric Harris, 18 anos, e Dylan Klebold, 17, mataram 12 colegas e um professor e cometeram suicídio em seguida. A história motivou o documentário ‘Tiros em Columbine’, de Michael Moore, que ganhou o Oscar em 2003.

São Paulo, 2003 Edmar Aparecido Freitas, 18 anos, era motivo de zombaria dos colegas de classe desde os sete anos de idade. Em 2003, ele foi ao colégio em que estudou armado com um revólver, atingiu nove pessoas e depois se matou.

Virgínia (EUA), 2007 O estudante coreano Cho Seung-hui, 23 anos, invadiu a universidade de Virgínia Tech, nos Estados Unidos, matou 30 pessoas e se suicidou.

FONTE: pe360graus.com

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9 de fevereiro de 2009

Fotos que falam?


Sim fotos que falam.

O post de hoje é dedicado ao blog fotos que falam.
Fotografar pode ser uma experiência divertida e sadia se conseguirmos olhar além do que as imagens nos mostram.
O blog fotos que falam, fala desta tônica.
Com dicas de como obter uma boa imagem de expressão, bem como utilizar os tantos recursos das máquinas digitais e da fotografia moderna, o blog traz também boas imagens que falam e nos faz refletir sobre o nosso cotidiano e o nosso caminho horizontal e vertical (cruz).
A ressureição só é possível se cruzarmos estas duas linhas.
Visite e curta fotos que falam aqui. http://blog.cancaonova.com/fotosquefalam/

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29 de janeiro de 2009

Rosa de Saron... Avante!

Galera, eu não podia deixar de postar esta novidade aqui no Diversão Sadia.
Recentemente a banda Rosa de Saron anunciou em seu site oficial, que acabara de assinar com a Som Livre o contrato para comercializar seus últimos trabalhos que se deram em função da comemoração de seus 20 anos de existência.Este vídeo mostra o comercial que será veinculado na Rede Globo a partir de fevereiro.Adquiri o DVD da banda ainda pela gravadora cristã CODIMUC, e percebi que o trabalho está simplesmente demais, não deixando a desejar para nenhum MTV acústico.Na época do lançamento pela CODIMUC eu já havia publicado um vídeo de lançamento e feito um post sobre a banda, que você pode conferir aqui .Penso que é muito importante aos músicos católicos conseguirem alcançar novos horizontes no meio secular, pois, além de mostrar que o pessoal tá fazendo tudo com muito profissionalismo e competência, firma o compromisso com Jesus que disse que "não veio para os sãos e sim para os doentes" e "lançai as redes em águas mais profundas".Neste momento além de torcer para que o Rosa e outros ministros da música católica consigam sucesso nesta empreitada, peço a Deus que os dê todo discernimento necessário para que o trabalho deles sejam exclusivamente para levar mais pessoas a terem o encontro pessoal com Jesus.Penso que esta graça, o Rosa de Saron já vem recebendo, pois são 20 anos fazendo rock para evangelização.
Por isso eu digo.
Rosa de Saron... Avante!


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4 de julho de 2008

Deixando de brincar como crianças muito cedo.

Com uma mídia cada vez menos comprometida com os valores éticos, morais e cristãos, nossas crianças tem sido o principal alvo e consequentemente as maiores vítimas da erotização infantil.Está cada vez mais frequente nos depararmos com crianças vestidas como adultos sobretudo as meninas que estão recebendo um bombardeio de modas que estimulam a sensualidade feminina.Roupas cada vez mais decotadas expondo o corpo de inocentes crianças.Nós pais temos que acordar para esta realidade, reagindo não comprando esta moda, e denunciando as mídias que estimulam este consumo.Assista o vídeo da campanha contra erotização precoce.



Uma boa maneira de ajudar é conhecer o instituto Alana que tem o compromisso de denunciar e cobrar das autoridades e empresas privadas, ações contra esta prática abusiva de publicidade.

Quer saber mais?
Entre AQUI e visite a página da entidade Alana.

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17 de maio de 2008

Será que estou oferecendo diversão contra indicada a meus filhos?

Em adesão a campanha de Blogagem Coletiva Em Defesa Da Infância, a ser veinculada na blogosfera entre os dias 18 e 25 de maio, posto matéria do blog http://diganaoaerotizacaoinfantil.wordpress.com/ que lançou esta semente em prol da infância saudável.

Paz e bem!
Marcos Lima


Erotização da música influi na precocidade sexual da criança



É comum vermos crianças cada vez mais novas cantando e dançando ao som de refrões carregados de sexualidade, utilizando roupas e calçados impróprios para essa fase. As músicas erotizadas se tornam febre entre meninos e meninas em todo o país, mesmo sem muitas vezes terem conhecimento do que estejam ouvindo ou dançando. Mas qual a influência dessas músicas no desenvolvimento da criança? De que modo a letra de uma canção pode influenciar o comportamento infantil?
Para a psicóloga Aline Maciel, músicas de cunho apelativo com letras que tratem de sexo estimulam a iniciação sexual precoce entre meninos e meninas. Segundo ela, “músicas com uma carga sexual muito forte aliadas a coreografias sensuais fazem com que as crianças tenham acesso a elementos que não são adequados a sua faixa etária,
induzindo comportamentos inadequados”.
O artigo A música e o Desenvolvimento da Criança, de autoria da Doutora em Educação Monique Andries Nogueira, atesta que a música tem um papel importante nos aspectos afetivo e social de meninos e meninas desde a primeira infância, período que vai do nascimento aos seis anos de idade. Além disso, ela funciona como meio de inserção e identificação cultural entre elas.
Entretanto letras e danças erotizadas fazem com a sexualidade, entendida como elemento presente em todos os estágios de desenvolvimento do indivíduo, se volte para o sensual, o erótico e o excitante, quando deveria ser canalizada para a construção das emoções, das relações sociais, da experimentação de papéis e do desenvolvimento da afetividade.
O acesso precoce a esse tipo de produto cultural faz com que a criança deixe de vivenciar a infância e aquilo que é próprio da fase, que é o brincar. Com a banalização do sexo, a percepção da criança é alterada. “A criança começa lidar com a sexualização do corpo sem o devido entendimento de como isso deve ser tratado”, explica Aline Maciel.
O resultado disso é o adiantamento do primeiro contato com a sexualidade, que deve acontecer na pré-puberdade, a partir do onze anos de idade. “A criança sofre uma pressão da sociedade, antecipando todo o seu processo sexual e vivendo a sua sexualidade sem inteireza e maturidade”, opina Aline Maciel. Para ela, as crianças se tornam erotizadas e em especial as meninas, que passam a ver o corpo como entidade de prazer, consumo e status social.
Imagem da mulher - Várias músicas distorcem a imagem da mulher ao utilizarem expressões como “cachorra”, “potranca”, “Maria-gasolina” e “piriguete”, que reforçam o estigma da mulher como objeto sexual e do corpo com valor de troca, denegrindo sua imagem. Esse tipo de produção afeta diretamente o desenvolvimento das meninas. “As mulheres quando dançam as coreografias carregadas em sensualidade atraem a atenção dos homens. Então, as meninas passam a se preocupar também em atrair os meninos, o que é impróprio para a infância”, comenta Aline Maciel.
Uma das decorrências disso, é o aumento dos índices de gravidez na adolescência e dos casos de abuso e violência sexual. De acordo com as estatísticas do Registro Civil, divulgadas em dezembro do ano passado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o índice de partos em mães adolescentes em Sergipe representou 21,53% do total de nascimentos em 2006. Com a gravidez precoce, várias etapas do desenvolvimento são queimadas. Com a responsabilidade de uma vida nova para cuidar, muitas vezes a primeira conseqüência é o abandono dos estudos.
Com a precocidade da sexualidade da infância, os casos de abuso e exploração sexual tendem a aumentam. Em Sergipe, até setembro de 2007, a Maternidade Hildete Falcão, onde são realizadas perícias de casos desse tipo, realizou 150 atendimentos a vítimas. Os Conselhos Tutelares também registram frequentemente casos de exploração sexual comercial de crianças e adolescentes em Aracaju. Somente em 2006, foram registradas 23 ocorrências.
Um outro agravante a essa questão é o fato dos pais aprovarem que os filhos escutem músicas e dancem coreografias com sentido dúbio e sensual. “Quando os pais acham bonitinho que suas filhas usem aquele tipo de roupa e dancem essas músicas, eles estão contribuindo para a precocidade do sexo e o adultecer da criança”, esclarece a psicóloga.
Papel dos pais e da escola - O contato da criança com músicas que estimulam o erotismo e a sexualidade deve ser acompanhado pelos pais. “Os pais devem conversar com os filhos, fazendo com que eles reflitam sobre o conteúdo das músicas. Para que eles entendam que aquele tipo de música não é legal”, destaca Maciel.
Levar a criança a ter acesso a outros tipos de música, de cunho criativo, reflexivo e ao mesmo tempo divertido é um outro caminho possível na hora de reeducar os filhos musicalmente. Segundo Aline Maciel, “é necessário uma contrapartida dos pais ao se envolverem com os filhos e apresentarem a eles um tipo de música adequado”.
Além dos pais, a escola também tem papel fundamental na conscientização das crianças. “A escola precisa oferecer à criança um tipo de música diferente daquele que é tocado nas rádios e na TV”, reforça a psicóloga. O projeto pedagógico e o professor em sala de aula precisam desenvolver no aluno a capacidade de crítica e reflexão sobre o tema da sexualidade.
Contudo a psicóloga alerta que cabe aos pais escolherem a escola mais adequada e cobrar dela o cumprimento do projeto educacional apresentado, acompanhando as atividades desempenhadas e conversando com seus filhos.
A erotização da mídia - A música está presente em programas de TV, em anúncios publicitários, em filmes e em outros produtos de mídia. É muito utilizada como meio de estímulo ao consumismo e a violência. Mas ainda são as músicas que tratam de sexo, relacionamentos amorosos, traição e outros temas relacionados que mais prejudicam as crianças. Para a pesquisadora Maria José Subtil, no artigo Mídias e Música: a construção social da noção de infância, “da parte da mídia, o reforço a uma visão erotizada das crianças cria uma espécie de mal-estar em “ser infantil” e acentua nessas crianças manifestações miniaturizadas de características dos adultos”.
Ética e Legislação - A veiculação de músicas e danças na TV que explorem a sexualidade fere o Código de Ética da Radiodifusão Brasileira que determina, no Capítulo II, artigo 15, que “as emissoras de rádio e televisão não apresentarão músicas cujas letras sejam nitidamente pornográficas”.
O artigo 71 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) assegura que “a criança e o adolescente têm direito a informação, cultura, lazer, esportes, diversões, espetáculos e produtos e serviços que respeitem sua condição peculiar de desenvolvimento”, ao passo que o artigo 59 prevê que “os municípios, com o apoio dos Estados e da União, estimularão e facilitarão a destinação de recursos para espaços e programações culturais, esportivas e de lazer voltadas para a infância e a juventude”.
Além disso, o ECA responsabiliza o poder público pela regulamentação de espetáculos públicos, entre eles shows musicais, informando as faixas etárias de acesso a que não se recomendam, além de locais e horários inadequados para a sua realização (Art. 74).
Desenvolvimento saudável - A música também contribui positivamente para o desenvolvimento da criança, quando empregada em contexto adequado. De acordo com a psicóloga Aline Maciel, “a música desenvolve a percepção, a concentração, a observação e a criatividade da criança”.
Ao mesmo tempo em que a música possibilita essa diversidade de estímulos, ela pode estimular também a absorção de informações e a aprendizagem, principalmente no campo do raciocínio lógico, da memória, do espaço e do raciocínio abstrato. A especialista ressalta que essas características são desenvolvidas “dentro de melodias suaves, de construções harmônicas adequadas e letras construtivas”.
A pesquisadora Monique Andries Nogueira afirma que a música também traz efeitos muito significativos no campo da maturação social da criança. É por meio do repertório musical que a criança se inicia como membros de um grupo social. Além disso, a música também é importante do ponto de vista da maturação individual, isto é, do aprendizado das regras sociais por parte da criança.
Sugestão de fontes:Aline Maciel, psicóloga especialista em psicanáliseTel.: (79) 3246-5211Joyce Peixoto, jornalista responsável pelo projeto Infância em Foco, agência de Rede ANDI Brasil em SergipeTel.: (79) 3246-5242 / 9989-2770
Antonio Fernandes Cabral, presidente do Sindicato dos Radialistas de SergipeTel.: (79) 224-2644 / 3224-2886

Ivânia Pereira, presidente da União Brasileira de Mulheres (UBM) em SergipeTel.: (79) 3211-1868
Fonte: Rede Andi Brasil
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8 de abril de 2008

Escolhendo um bom filme - O crivo das três peneiras.

Na onda de lixo que a mídia quer nos empurrar, encontrar um bom filme se tornou uma tarefa difícil. É como procurar agulha no palheiro. Saber como selecionar então, se tornou tarefa para investigador.
Eu particularmente procuro ser criterioso e tenho interiorizado em mim um crivo pessoal que podemos chamar de crivo das três peneiras de malha fina.
Ou peneiras dos três princípios.

Peneira 01- Estou diante de algo que fere os princípios éticos?
Peneira 02 - Estou diante de algo que fere os princípios morais?
Peneira 03 - Estou diante de algo que fere os princípios cristãos?

Passou pelas três está aprovado?
Ainda não. O que é compreensível para um adulto, pode não ser para o público infanto juvenil, pelo fato destes ainda não terem maturidade mental capaz de formar opinião sobre temas compreensíveis somente ao público adulto.

No texto a seguir, extraído do livro Nos Bastidores da Mídia, é possível encontrar mais subsídios (filtros) para as três peneiras.

Boa leitura.


"A escolha de um filme para assistir não é simplesmente uma decisão do tipo “o que faremos hoje à noite?” Essa é uma escolha que causa impacto em nossa vida espiritual. Portanto, antes de um vídeo ou assistir a um filme pela TV, leve em consideração os seguintes conselhos:

"1. Antes de avaliar um filme, conheça o máximo que puder sobre ele. Leia os resumos nos jornais e nas revistas. Lembre-se que 'a maioria dos filmes da TV é analisada pela imprensa. Naturalmente, essas revistas não são necessariamente feitas segundo a perspectiva cristã, e nem sempre os críticos são justos. Freqüentemente eles adotam uma atitude elitista para com o cinema popular. A despeito de tudo isso, as críticas oferecem perspectivas sobre o que a mídia está apresentando, e são uma fonte de esclarecimento ao espectador. Outra maneira de assistir aos filmes de uma perspectiva cristã positiva é discuti-los com outros depois do espetáculo, analisando particularmente seu sistema de valores. Essa prática ajuda a aperfeiçoar a capacidade de compreensão do filme, observando e comparando as perspectivas de outras pessoas que podem ampliar nossa própria opinião, chamando-nos a atenção a aspectos que antes nos escaparam à observação'. – Daniel Reynaud, Diálogo Universitário, 14:3 2002, pág. 17. Se for consultar alguém que já assistiu ao filme que você tem em vista, pergunte como os membros da família responderam ao filme. Eles compreenderam a mensagem? Ficaram com medo diante de alguns efeitos especiais? Foi necessário parar o filme e explicar alguma parte para as crianças?

"2. Avalie os princípios morais. O vídeo ensina atividades e comportamentos que desejo sentir e seguir? Esse critério ajuda a descartar filmes que enaltecem a violência, o adultério, o consumo de drogas e outros aspectos que se opõem aos princípios divinos. Lembre-se de que tudo o que você vê e ouve em um vídeo torna-se parte de você.

"3. Avalie a virtude. Os valores sexuais do vídeo estão em conformidade com os que aceito? Geralmente, os filmes retratam o sexo como uma aventura, raramente relacionado com o contexto do casamento. O conteúdo das mensagens sexuais é fácil de ser descoberto. Os resumos dos filmes podem nos orientar, assim como as pessoas que já os assistiram. Não é preciso (nem se deve) alugar um vídeo que faz com que a mãe tenha que sair correndo para interromper o filme.

"4. Avalie a qualidade. Qual é a qualidade da produção do vídeo. Muitos filmes são simplesmente maus produtos, criações que não valem o tempo de ninguém. Se os comentaristas de filmes debocham da qualidade, fique alerta. Seu lar merece algo melhor e sua mente não foi criada para receber lixo.

"5. Avalie a emoção. O filme me deixará com o humor saudável? Dick Duerksen, lembra que Colossenses 3 descreve as mudanças de humor que ocorrem quando permitimos que Cristo elimine as más emoções e nos revista com os traços do caráter de Deus. Ira, rancor, malícia, lascívia, cobiça e mentira são substituídos por compaixão, bondade, humildade, perdão e amor. 'Uma vida centralizada em Cristo', escreve ele, 'é um poderoso substituto para o mau humor – o abandono daquilo que é destrutivo e a adoção do produtivo.' Comparar o conteúdo dos vídeos com os traços de caráter que você escolheu para modelar seu lar é uma das avaliações mais eficazes. Os vídeos devem reforçar as boas emoções que você escolheu, não mudá-las.

"6. Avalie a memória. Será agradável ter esse vídeo retido na mente? Todas as imagens dos filmes que você já assistiu estão armazenadas em uma porção recuperável de seu cérebro – um banco de informações ao qual você, Deus e Satanás têm acesso. Deus pode lembrá-lo dos segmentos que se enquadram em Seus propósitos. Mas Satanás também. E o inimigo muitas vezes usa essas memórias para atrapalhar-nos, no exato momento em que Deus nos tem no limiar de tomar uma boa decisão. Faça sempre de Filipenses 4:8 o critério para avaliar aquilo que deve ou não entrar em sua memória.".

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26 de março de 2008

Diversão sadia passa dos 10.000 acessos.

Começo este post agradecendo a Deus pela graça de conseguir chegar até aqui com o diversão sadia, e também pedindo-O a luz e o discernimento necessários para que eu possa continuar levando a todos, dicas de diversão sadia.

Diante de um mundo que a cada dia tem deturpado os valores éticos, morais e cristãos, este espaço nasceu da vontade de ajudar todos aqueles que buscam incutir em sua vida e na vida dos seus, estes mesmos valores.

Deixo aqui o meu agradecimento a todos internautas que aqui passam e também aqueles que divulgam e propagam este blog, que tem a saudável pretensão de contribuir para formação do ser humano, oferecendo sempre opções saudáveis de diversão,cultura e educação.
Em pouco mais de um ano de vida, o nosso diversão sadia alcança a linda marca de 10.000 acessos conforme flagrado na data de hoje.

Deus abençoe a todos.

Marcos.

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30 de janeiro de 2008

Revolução silenciosa e exterminadora.

Embora este blog tenha sido criado com intenção exclusiva para ser usado na divulgação de diversão sadia, eu não me contive em postar o texto que brotou na minha mente após assistir o filme “Filhos da Esperança” colocado na última postagem.
Desde a invenção da pílula anticoncepcional o ser humano vem acabando com si mesmo ao deixar de receber o maior dom que O criador nos deu que é a capacidade de gerar vidas.


Daí em diante veio outras armas silenciosas com codinome de revolução:
-Veio a revolução sexual onde o sexo perdeu sua principal finalidade que é a unitiva capaz de unir o homem e a mulher tornando-os uma só carne e procriativa para perpetuar a espécie humana, para ser simplesmente uma fonte de prazer;

Quero deixar claro que não tenho absolutamente nada contra o prazer. Porém devemos ter em mente o seguinte:
O prazer é o meio que Deus escolheu para que o ser humano sentisse vontade de se alimentar, descansar, se unir e procriar.

O que não devemos fazer, é ficar só no meio, precisamos buscar o fim..., a finalidade de perpetuar a espécie. O prazer faz parte do processo, não é um processo à parte da perpetuação humana.
Seguindo a linha de "liberdade"...
-Veio a revolução feminista e disse que a mulher é “dona” do seu corpo induzindo-as a pensar que o bebê que geram é apenas uma parte do seu corpo a qual podem mutilá-la quando assim o desejarem;
-Veio a revolução homossexual que ameaça a família fonte de geração de vidas. Como gerar vida entre pessoas de mesmo sexo?
-Veio a revolução do individual, que alimentada pelo egoísmo a que o mundo nos expõe distancia o homem de si e de Deus.

Em toda sua história o homem civilizado dizimava a sua espécie fazendo as revoluções armadas.
Do século XX em diante, o homem, “grande inventor”, encontrou novas formas de se auto-exterminar.
Agora, além das armas cruéis, ele tem se exterminado no silêncio da individualidade perversa não se dando conta do mal que tem feito a sí
O homem está se matando quando se isola, quando se individualiza, quando se coloca no lugar de Deus.
Como pode a criatura querer ser maior que o criador?
Que revolução é esta que acaba com o próprio revolucionário?

Quando é que o homem vai acordar, olhar para trás e ver que: todas! Isso mesmo! Todas são todas! Todas as revoluções feitas até hoje só serviram para dividir e dizimar o homem na sua carne, na sua moral e na sua alma?

Há esperança?

Creio que sim.
Nas ùltimas quatro décadas tem pairado sobre o Mundo uma força, um combustível silencioso e de grande poder de fogo, que embora não faça barulho, vem agindo no mundo de forma lenta e consistente.

Se você leitor já recebeu sua dose inicial deste precioso combustível e tem buscado a cada dia recebê-la, sabe do que estou falando.
Para quem ainda não sabe, eu digo e gostaria de poder gritar a todos os seres da Terra.
O nome deste combustível é o amor de Deus que se faz presente em nós através do Espírito Santo.

Falta ao mundo fazer a verdadeira revolução. A revolução do amor a revolução que verdadeiramente pode salvar a humanidade. Esta revolução parte do coração e chama se revolução Jesus.

A revolução do amor vem acontecendo, do jeito que o Criador gosta de fazer: lenta e silenciosa.
Ele até poderia fazer num estalar de dedos ou num sopro.
Mas Deus é Pai de amor, e como todo Pai amoroso Ele não quer que nenhum de seus filhos fique de fora desta revolução, desta salvação.
Afinal quem somos nós para acompanhar a velocidade do Criador?
Ele que criou a luz a qual é inimaginável para nós viajar na velocidade dela.

Reflita!
Vale a pena se isolar?
Vale a pena continuar a discriminar?
Vale a pena querer ter o direito de decidir pela morte?
Vale a pena querer estar à frente do Criador?
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30 de abril de 2007

Jogos eletrônicos

O computador se sagrou como um grande meio de entretenimento na ultima década, sobretudo no que diz respeito aos jogos.
No entanto, assim como na mídia televisiva este meio de entretenimento tem se tornado cada vez mais agressivo às nossas famílias.
Cada vez mais atraentes, sobretudo pelos efeitos gráficos em 3D e ao mesmo tempo mais violentos, os jogos tem tirado nossas crianças do convívio familiar.
Hoje mais do que nunca precisamos buscar meios para o convívio familiar saudável oferecendo a nossa família uma diversão sadia.
Existem muitos jogos que realmente promovem a educação, cultura e desenvolvimento da mente para construção de um ser humano verdadeiramente humano.
No entanto devemos ficar atentos quanto ao conteúdo dos games que nossos filhos estão tendo acesso, procurando sempre participar com eles dos jogos, mesmo que a contra gosto.
Só assim poderemos instruí-los e ajudá-los a fazer a escolha pela diversão sadia.
Segue abaixo matéria sobre games extraída da internet, que fala sobre os efeitos dos jogos violentos na vida de uma criança.

Boa leitura.




Há algum perigo para os jogadores?
O menino de 12 anos “encurralou o oponente desarmado e encostou a arma na cabeça dele. ‘Você não tem saída!’, disse o garoto com um sorriso maldoso, enquanto zombava do personagem na tela. ‘Você é meu!’ O menino apertou o botão e deu um tiro bem no rosto do personagem, que girou e caiu, com o jaleco manchado de sangue. ‘É o seu fim!’, disse o menino, rindo”.

ESTE episódio real foi descrito no artigo “Violência nos computadores — Seus filhos correm perigo?”, escrito em inglês por Stephen Barr. É um exemplo do que ocorre em alguns jogos eletrônicos. Evidentemente, então, a questão levantada no nosso título acima é bem apropriada. Existem mais de 5.000 jogos eletrônicos no mercado. Alguns deles são considerados educativos ou simples diversão inofensiva.
Um desses jogos ensina geografia e outro, a pilotar aviões. Há outros que desenvolvem o raciocínio lógico do jogador e sua habilidade de resolver problemas. Existem até jogos com objetivos terapêuticos. Por exemplo, um deles serve para ajudar pessoas com um distúrbio que as impede de ler corretamente. Alguns jogos também ajudam os jovens a melhorar sua aptidão para a informática, algo cada vez mais importante nesta época em que a tecnologia está em toda parte.
Especialistas falam dos perigos
“Alguns jogos apresentam temas anti-sociais, como violência, sexo e linguagem obscena”, diz David Walsh, presidente do Instituto Nacional sobre Mídia e Família, dos EUA. “Infelizmente esses parecem ser os jogos mais populares entre crianças de 8 a 15 anos.”
Um estudo realizado nos Estados Unidos mostrou que quase 80% dos videogames preferidos pelos jovens contêm violência. Rick Dyer, presidente da empresa Virtual Image Productions, diz: “Não são mais apenas jogos. São instrumentos de aprendizado. Estamos mostrando às crianças — da maneira mais inacreditável — a sensação que se pode ter ao puxar um gatilho. . . . O que elas não aprendem são as conseqüências na vida real.”
Alguns dizem que existe ligação entre a violência nos jogos e a agressividade dos jogadores
Já em 1976, a opinião pública ficou chocada com a violência encontrada num jogo de fliperama chamado Death Race. O objetivo do jogo era atropelar pedestres que caminhavam de um lado para o outro na tela. Quem atropelava mais gente ganhava. Os novos games mais sofisticados têm qualidade gráfica muito melhor e permitem que os jogadores participem em atos violentos ainda mais realistas.
No jogo Carmageddon, por exemplo, o jogador terá atropelado e matado umas 33.000 pessoas ao chegar à última fase. Uma seqüência desse jogo foi descrita assim: “As vítimas não são apenas esmagadas pelos pneus do seu carro, com sangue jorrando no pára-brisa — elas ficam de joelhos e imploram piedade, ou se suicidam. Se quiser, você também pode arrancar-lhes os membros.”
Será que toda essa simulação de violência é prejudicial? Já foram realizados aproximadamente 3.000 estudos sobre o assunto. Muitos sugerem que existe, sim, uma ligação entre a violência nos jogos e o aumento da agressividade dos jogadores. Muitas vezes, episódios de violência juvenil são ligados a esses jogos.
Alguns especialistas minimizam a influência dos jogos, dizendo que se deve levar em conta outros fatores, como a possibilidade de que os jovens já tenham tendências violentas e por isso escolhem esse tipo de jogo. Mas não é possível que os jogos violentos ainda assim tenham alguma influência? Não parece muito razoável afirmar que as pessoas não são influenciadas por aquilo que vêem. Se isso fosse verdade, por que as grandes empresas gastariam bilhões de dólares por ano em publicidade na TV?


“A habilidade e a vontade de matar”
A maioria das pessoas resiste à idéia de tirar a vida de outro ser humano. Um objetivo do treinamento militar é justamente vencer essa resistência natural dos soldados. Por exemplo, os militares descobriram que muitas vezes se conseguia isso com os soldados de infantaria simplesmente usando alvos em forma de silhueta humana nos exercícios de tiro, em vez de alvos comuns, redondos. O psicólogo militar David Grossman, autor do livro On Killing (Como Matar), afirma que a violência nos jogos de computador ensina as crianças do mesmo modo, desenvolvendo nelas “a habilidade e a vontade de matar”.
Segundo uma pesquisa publicada no periódico Journal of Personality and Social Psychology, a violência nos videogames e jogos de computador talvez seja ainda mais perigosa do que aquela mostrada na TV ou no cinema, visto que o jogador assume o lugar dos personagens que praticam a violência. A televisão nos torna espectadores da violência; os jogos eletrônicos nos fazem participar dela. Além disso, uma criança talvez passe apenas algumas horas assistindo a um filme, mas ela pode gastar até 100 horas para dominar um videogame típico.
Alguns países adotaram um sistema de classificação para indicar que jogos extremamente violentos são apenas para adultos. Mas um sistema desses só funciona se a lei for cumprida. Um estudo nos Estados Unidos mostrou que 66% dos pais entrevistados nem conheciam o sistema de classificação. O diretor da Comissão de Classificação de Software Recreativo disse que o sistema não foi primariamente projetado para evitar que as crianças obtenham certos jogos. Ele explica: “Nosso papel não é dizer o que é ou não de bom gosto. Nós damos aos pais os meios de decidir o que querem ou não querem para os filhos.”
Um vício?
Os novos games jogados na Internet com pessoas de todo o mundo permitem que cada jogador escolha o papel de determinado personagem que, para progredir, precisa superar diversos desafios. O jogador investe muito tempo no seu personagem, o que lhe dá um senso de realização e faz com que ele queira jogar de novo. Para alguns, o jogo parece ser um vício — e talvez essa seja uma das razões que explique por que um jogo em rede pode se prolongar por meses ou até anos.
Sala de jogos pela Internet, em Seul, Coréia
A revista Time noticiou que ultimamente na Coréia do Sul um jogo em rede que tem feito muito sucesso é o Lineage. Esse jogo se desenrola num cenário medieval e, para passar pelas várias fases, os usuários procuram atingir determinados cargos. Alguns jovens jogam a noite inteira e depois acham difícil ficar acordados na escola no dia seguinte. Os pais ficam preocupados, mas nem sempre sabem como lidar com o problema. Um jogador jovem explicou em uma entrevista: “Quando me conhecem pela Internet, as pessoas acham que eu sou ‘fera’, mas quando me encontram ao vivo, dizem que eu deveria perder peso.”
O psicólogo coreano Joonmo Kwon dá a sua explicação para a popularidade do Lineage: “Na vida real, na Coréia, você tem de reprimir seus impulsos e desejos ocultos. Mas pode expressá-los no jogo.” Assim, os jovens fogem da realidade para um mundo de fantasia. Um comentarista descreveu os jogadores de games de maneira muito sagaz ao dizer: “Para o jogador, o mundo dos games é muito mais atraente do que a realidade, que é apenas um lugar onde ele ganha o dinheiro necessário para continuar jogando.”
Efeitos sobre a saúde
Estatísticas norte-americanas indicam que o aluno mediano da sexta série assiste a quatro horas diárias de TV — fora o tempo que ele gasta jogando diante da tela do computador ou da TV. Numa pesquisa de 1995, mais de 60% das crianças admitiram que muitas vezes jogavam mais tempo do que pretendiam. Por causa disso, é muito fácil negligenciar a lição de casa. Um estudo japonês demonstrou que os jogos de computador só estimulam uma parte muito limitada do cérebro da criança. Segundo o estudo, as crianças precisam praticar mais a leitura, a escrita e a matemática. Mas para que seu cérebro se desenvolva plenamente, elas também precisam do estímulo que recebem quando brincam ao ar livre com outras crianças e interagem com outras pessoas.
Relatórios indicam que uns 40% das crianças norte-americanas entre cinco e oito anos são clinicamente obesas. Um fator que provavelmente contribui para o problema é a falta de exercícios devido ao tempo excessivo gasto em frente da TV ou da tela do computador. Uma empresa até criou um aparelho de ginástica que pode ser usado enquanto a pessoa joga no computador. Mas é claro que seria muito melhor limitar o tempo gasto com esses jogos, participando em outras atividades que ajudem a criança a desenvolver uma personalidade equilibrada.
Outro problema de saúde que pode surgir: olhar para a tela por muito tempo pode ser prejudicial aos olhos. Segundo algumas pesquisas, pelo menos um quarto dos usuários de computador têm problemas visuais. Uma razão é que a pessoa tende a piscar menos, o que resseca os olhos e causa irritação. Piscar limpa os olhos, estimulando a produção de lágrimas e retirando os poluentes.
Visto que as crianças não têm muita consciência dessas coisas, muitas vezes jogam no computador por horas a fio, com poucas interrupções. Isso pode gerar fadiga visual e problemas para focalizar as imagens. Os especialistas sugerem que se façam intervalos regulares de vários minutos a cada hora de uso do computador.*

Jogos eletrônicos — Um resumo dos perigos
Jogos violentos podem incentivar o comportamento agressivo.
Os jogos eletrônicos fazem com que a pessoa deixe de ser mero espectador da violência; são projetados para que se participe dela.
Para os mais impressionáveis, pode ficar difícil distinguir a realidade da fantasia.
Como um vício, os games podem levar o jogador a negligenciar obrigações e relacionamentos importantes.
Os jogos podem tomar o tempo que a criança deveria gastar em outras atividades importantes, como estudar, interagir com outros e participar em brincadeiras que estimulem a criatividade.
Olhar muito tempo para uma tela pode causar fadiga visual.
Falta de exercício, um possível resultado de se jogar demais, pode causar obesidade.
Os jogos podem consumir seu tempo e dinheiro.

Uma indústria mundial que não pára de crescer
O interesse pelos jogos em rede parece estar aumentando no mundo todo. Surgem cibercafés em toda parte. Em alguns desses estabelecimentos — que têm vários computadores — os jogadores pagam para jogar em rede. Sabe-se de jovens que gastam até 200 dólares por mês em lugares como esses.
Sem dúvida, a indústria dos jogos vai de vento em popa. Espera-se que o mercado de jogos em rede cresça mais de 70% nos próximos cinco anos.
Mas é evidente que essa indústria próspera também apresenta perigos bem reais. Ninguém — quer adulto quer criança — pode se dar ao luxo de estragar a saúde, de gastar muito tempo e rios de dinheiro ou de se acostumar à violência e à matança. Não dá para dizer que os jogos eletrônicos sempre são educativos ou apenas diversão. David Walsh, já citado, dá o seguinte aviso: “A mídia é provavelmente mais poderosa do que imaginamos.” E acrescenta: “Os pais são responsáveis por cuidar dos filhos, mas nossa definição do que constitui cuidado tem de estar em dia com o mundo da mídia, que muda constantemente.”
É exatamente como diz a Bíblia: “Está mudando a cena deste mundo.” (1 Coríntios 7:31) E, ao que parece, nada muda mais rápido do que a indústria do entretenimento. Quando tentam acompanhar as tendências e influências que assediam seus filhos dia após dia, alguns pais ficam apavorados. Mas não há motivo para desespero. Muitos pais são bem-sucedidos em criar os filhos, ajudando-os a se concentrar no que é realmente importante. As crianças, como todos nós, precisam saber que nossas verdadeiras necessidades nunca poderão ser preenchidas pela diversão — pelo computador, pela TV ou por qualquer outro meio. A felicidade verdadeira, conforme Jesus disse certa vez, vem de estarmos “cônscios de [nossa] necessidade espiritual”. — Mateus 5:3.
* Além disso, alguns recomendam que todos os usuários de computador relaxem os olhos a cada 15 minutos, focalizando-os em objetos mais distantes do que a tela. Outros sugerem sentar-se a pelo menos 60 centímetros da tela e evitar usar o computador quando se está cansado.

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14 de abril de 2007

Mas será que as classificações dizem tudo o que você precisa saber?

Como selecionar um bom filme de acordo com os valores cristãos, éticos e morais? Existe um guia melhor? Odeiem o que é mau.
Um sistema de classificação não substitui uma consciência treinada conforme a Bíblia.
Em todas as decisões — incluindo as relacionadas com o entretenimento — os cristãos devem se esforçar para aplicar o conselho encontrado na Bíblia, no Salmo 97:10: “Odiai o que é mau.”
Uma pessoa que odeia o que é mau, considera errado se divertir com coisas que Deus odeia.

Especialmente os pais precisam ser cautelosos com respeito ao tipo de filmes que permitem seus filhos verem.
Seria ingenuidade da parte deles simplesmente dar uma breve olhada na classificação.
É bem provável que um filme considerado próprio para a faixa etária de seu filho promova valores que você, como pai, não aprova.
Isso não deve surpreender os cristãos, visto que o mundo adotou um modo de pensar e agir contrário às normas Divinas. —Efésios4:17,18; 1ªJoão 2:15-17.
Isso também não significa que todos os filmes sejam ruins.
Mas é preciso ter muito cuidado. Pais, ensinem seus filhos a serem mais seletivos.
Como encontrar diversão apropriada?
Como os pais podem ser seletivos no que se refere a escolher os filmes a que a família assistirá?

Abaixo algumas observações que podem ajudá-lo a encontrar diversão sadia para sua família.

* Procure sempre ir com seus filhos ao cinema quando eles forem mais novos;

* Quando os filhos já forem adolescentes e quiserem ir a estréias de filmes, peçam que eles esperem, até que você tenha lido as críticas (sites especializados na internet) ou ouvir de pessoas em que confie, os comentários sobre o filme e decidam em família se devem ou não ver a este ou àquele filme;
E se decidirem que não será bom para eles assistirem a certo tipo de filme, explique a razão disso, em vez de simplesmente dizer a eles que não poderão vê-lo.

* Incentive seus filhos adolescentes a falarem abertamente sobre o que está passando no cinema;
Comece a conversa e peça a opinião deles sobre o filme. Com isso os pais podem ouvir o que os filhos pensam e raciocinarem juntos com eles.

* Vá com seus filhos à videolocadora para ensiná-los como olhar a capa da fita e descobrir indícios de que o filme talvez seja impróprio.


Matéria extraída da internet.

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A que filmes sua família assitirá?

Nas últimas décadas, a grande quantidade de sexo, violência e linguagem obscena exibida na tela tem provocado reações diversas. Alguns dizem que certa cena de sexo é indecente, enquanto outros dizem que é artística. Alguns insistem em dizer que a violência num filme é desnecessária e infundada, ao passo que outros acham que ela se justifica. Alguns afirmam que um diálogo recheado de linguagem obscena é ofensivo, enquanto outros acham que é realístico. O que uma pessoa considera imoral, outra considera liberdade de expressão. Ouvir os dois lados pode fazer tudo isso parecer uma questão de interpretação.
Mas o conteúdo de um filme não é simplesmente uma questão de somenos importância. É um assunto de séria preocupação, não somente para os pais, mas também para todos os que prezam padrões de moral.

A nova liberdade concedida aos filmes provocou uma enorme onda que não podia ser contida. Ainda assim, com a classificação, o público seria alertado. Mas será que as classificações dizem tudo o que você precisa saber?
Verifique as críticas do filme ANTES de decidir assistir a ele

O que as classificações não revelam
Alguns acham que, com o passar dos anos, o sistema de classificação ficou mais permissivo. Um estudo realizado pela Escola de Saúde Pública de Harvard apóia essa suspeita, pois constatou que os filmes considerados aceitáveis para os adolescentes mais novos têm, atualmente, conteúdo mais violento e sexualmente explícito do que há apenas uma década. O estudo concluiu que “filmes com a mesma classificação podem diferir de modo significativo no que se refere a quantidade e tipo de conteúdo potencialmente ofensivo”, e que “a classificação que se baseia apenas na idade não fornece informações suficientes sobre violência, sexo, linguagem obscena e outras coisas que o filme contém”.
Pais que, de forma imprudente, deixam seus filhos ir sozinhos ao cinema talvez não estejam a par do tipo de filme que é considerado próprio hoje em dia. Por exemplo, um crítico de cinema faz uma descrição da personagem principal de um filme, classificado nos Estados Unidos como próprio para adolescentes. Era “uma adolescente liberal de 17 anos que, de vontade própria, se embriagava diariamente, fazia uso ilegal de drogas, participava de orgias e fazia sexo agressivo com um rapaz que ela tinha acabado de conhecer”. Esse tipo de conteúdo não é raro. Na verdade, The Washington Post Magazine observa que referências ao sexo oral parecem ser “aceitas como algo rotineiro” em filmes classificados como próprios para adolescentes. É claro que a classificação não deve ser o único fator a ser levado em conta ao se avaliar o conteúdo de um filme.


Continua no próximo post.


Matéria extraída da internet.

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