2 de abril de 2010

Filme - Como Treinar o seu Dragão


Estreou no último 26 de março, o filme "Como Treinar o seu Dragão", estive no cinema e conferi.
Gostei muito.
Além das lindas imagens, o filme nos faz rir bastante e também nos dá lições de solidariedade e respeito.
Embora tenha sido criado na mesma linha da última geração de filmes infantis, "Como Treinar o seu Dragão" não usa de linguagens de duplo sentido e exploração implícita da sexualidade nas personagens, colocadas com objetivo de agradar também ao público adulto.
Este sem dúvida é um bom filme para toda a família.

Bom filme!
Boa Páscoa com Jesus!
Bom fim de semana.

Sinopse: Na Ilha de Berk, lutar contra dragões é um estilo de vida. Por isso, o ponto de vista progressista e o senso de humor fora de padrão do adolescente viking Soluço não combinam muito bem com sua tribo e o chefe dela, Stoico – por sinal, pai do menino. Quando Soluço é inserido no Treino com Dragões com outros jovens vikings, enxerga a oportunidade de provar que tem o que é preciso para ser um guerreiro. Mas, ao se tornar amigo de um dragão ferido, seu mundo vira de cabeça para baixo, e o que teve início como a chance de Soluço provar do que é capaz acaba virando uma oportunidade de criar um novo rumo para o futuro de toda a aldeia.

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9 de março de 2010

Filme - O fazendeiro e Deus





Emocionante, real e inspirador.


Estas são as palavras que afloraram no meu coração quando iniciei este post.


Se você é uma pessoa de Fé. Assista este filme.


Se você é uma pessoa de pouca Fé. Assista este filme.


Se você é uma pessoa sem Fé. Eu lhe desafio a assistir este filme.


Qual é o impossível na sua vida?


Depois de assistir a este filme você verá que nada! simplesmente nada! é impossível àquele que Deus leva pelos caminhos da Fé.


"O fazendeiro e Deus" um filme baseado numa história real, é sem dúvida um filme para ver no seu ciclo de amigos, na igreja, na escola, em reunião de família e sobretudo onde precisam de encorajamento e Fé.


Depois de ver o filme não deixe de ver os extras. Lá há um documentário fantástico com a família Agnus, que viveu e vive o que se passa no filme.


Bom filme!


Boa semana!


Marcos

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19 de janeiro de 2010

Filme - O contador de histórias


Tem pessoas que tem tudo para dar errado e dão certo e tem pessoas que tem tudo para dar certo e dão errado.
O filme O contador de história elucida bem o primeiro exemplo.
O contador de história conta a história do mineiro Roberto Carlos, que conta a história de sua própria vida.
Uma história de solidariedade, amor e superação.
O contador de história vai levar você a crescer como pessoa e se emocionar com cada cena chocante e amorosa.

Filtros: O filme é indicado como faixa etária 12 anos.
Mas atenção. Há cena de consumo de drogas lícitas e ilícitas, cenas de violência e estrupo de criança.
Devido o filme retratar a vida de meninos de rua e de internos da FEBEM há também falas cheias de palavrões e palavras obscenas.

Sinopse:
Minas Gerais, anos 70. Nascido em uma favela de Belo Horizonte, filho caçula de dez irmãos, aos seis anos de idade Roberto Carlos Ramos foi ‘escolhido’ pela mãe para ser interno em uma instituição oficial que, segundo a propaganda da TV, preparava crianças para serem ‘médicos, advogados, engenheiros’. A realidade se revelou, no entanto, bastante diferente para o menino até então criado em uma família e dotado de pródiga imaginação. Apesar das dificuldades em ser alfabetizado, opequeno Roberto logo aprendeu as leis da sobrevivência na instituição: problema de aprendizado rendia um biscoito, falar palavrão impunha moral, fingir doença, um naco extra de comida. Para driblar a adversidade, Roberto usa seu melhor instrumento: a incrível capacidade de criar situações e imagens para transformar a realidade. Na adolescência, Roberto muda de instituição onde as leis são ainda mais duras e incluem violência psicológica, castigos corporais e uma total ausência de esperança ou possibilidade de mudança. Roberto e alguns internos logo descobrem o caminho das ruas, das drogas e dos pequenos delitos. Em busca de segurança, Roberto tenta associar-se a um grupo ainda mais violento. Aos 13 anos, ainda analfabeto, depois de mais de 100 tentativas de fuga, separado da família, Roberto carrega o estigma de ‘irrecuperável’. Em visita à instituição, a pedagoga francesa Margherit Duvas (Maria de Medeiros) aproxima-se de Roberto com duas expressões que jamais lhe foram dirigidas – ‘com licença’ e ‘por favor’. Este foi o começo de uma emocionante e bem-sucedida história de afeto e dedicação que rendem frutos até hoje: Roberto Carlos Ramos, formado em pedagogia é considerado um dos melhores contadores de história do mundo. Depois de formado, voltou à instituição em que cresceu – mas como professor. E já adotou mais de 20 meninos de rua, muitos, de início, ‘irrecuperáveis’, como ele foi.

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12 de janeiro de 2010

Filme - Sete Vidas

Sete vidas é um filme que nos traz muitas lições de vida.
A começar por mostrar a questão sobre o risco de se falar ou usar o celular durante a direção de veículos, e seguindo com bons exemplos de compaixão e solidariedade.
O filme peca somente quando o personagem principal Ben Thomas (Will Smith), usa de extremismo para exercitar esta solidariedade, tirando a sua própria vida para ajudar a outros. Fato este que não condiz com os princípios éticos, morais e critãos.
Fora isso, assistindo-o com uma boa análise crítica, o filme tem muito a nos ensinar.
Bom filme!
Boa semana!
Marcos
Sinopse:
O diretor italiano Gabriele Mucino repete a parceria com Will Smith neste drama sobre decepção, rendição e mudanças na vida das pessoas.
Reunir vidas diferentes para encontrar novas motivações e aprender com elas não é novidade.
Ben Thomas (Will Smith) é um agente do imposto de renda que possui um segredo trágico. Devido a ele Ben tem um grande sentimento de culpa, o que faz com que salve as vidas de completos desconhecidos. Porém quando conhece Emily Posa (Rosario Dawnson) é Ben quem tem a chance de ser salvo.
Faixa etária: 14 anos
Filtros: Contém uma cena de relação sexual apenas de relance.
Contém uma cena de suicídio não muito impactante.

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17 de dezembro de 2009

Rosa de Saron Lança novo CD

Oi galera do diversão, depois de um longo período sem postar nada por aqui, eis que retorno com novidades.
Hoje comprei o novo CD da banda Rosa de Saron, "Horizonte Distante". Deixo aqui minhas impressões pessoais e segue abaixo um texto com mais detalhes do lançamento.
O CD a princípio é daqueles que a gente começa a ouvir e aos poucos vai tomando gosto.
A primeira faixa "Sol da Meia Noite" é muito gostosa de ouvir. Aliás bombou no MySpace da banda antes mesmo do lançamento do CD.
As outras faixas seguem o mesmo estilo sonoro da primeira.
Estilo este bem diferente dos dois últimos trabalhos da banda, que foram canalizados para um pop rock acústico.
O som agora é mais elétrico e remete ao passado da banda. O vocal também mudou e está com um tom mais emotivo e melódico.
O CD mostra com certeza uma nova fase da banda que já provou ter muita habilidade para lidar com mudanças drásticas.
Vale a pena comprar e curtir "Horizonte Distante".
Para quem quer conhecer primeiro todas as músicas, antes de comprar o CD é só entrar no hotsite da banda aqui e curtir o novo trabalho da Rosa de Saron.

Release

Horizonte Distante, este é o título do oitavo álbum da banda Rosa de Saron.
Depois do enorme sucesso com o formato acústico, Eduardo Faro (guitarra), Guilherme de Sá (voz), Rogério Feltrin (baixo) e Wellington Greve (bateria) retornam ao formato elétrico cheios de criatividade e bom gosto.
"Horizonte Distante" vai muito além de simplesmente voltar a plugar as guitarras e ligar as distorções.
Produzido por Guilherme de Sá, o álbum traz uma proposta moderna e instrumentos com timbres de qualidade que fazem o Rosa de Saron soar como nunca.
Para cada canção, respeitando suas propostas, foram criadas bases de guitarras com timbres diferenciados.
O álbum é composto por 13 músicas inéditas, e suas composições abordam não somente a espiritualidade mas também aspectos sociais.

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27 de outubro de 2009

Tô meio sumido.

Oi galera que segue o diversão sadia ou que acabou de conhecê-lo.

Deixo aqui o meu pedido de desculpa pela escassez de postagens.

O fato é que tenho consumido grande parte do meu tempo, na construção de um sonho.




Um big abraço.


Marcos

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31 de julho de 2009

Fim de férias


Finalzinho de férias e ainda dá para aproveitar.
Neste fim de semana estou planejando duas boas diversões sadias com meus filhos.
No sábado vamos soltar pipas.
Meus pitchuquinhos adoram soltar pipas e vamos aproveitar este último fim de semana para nos divertimos.
Hoje tirei parte do dia para fabricar estas três manivelas.
Adoro trabalhar com madeira.
Para mim é como um hobby.
Soltar pipas é uma boa pedida para uma diversão sadia em família.
Importante: Precisamos aproveitar estes momentos junto das crianças para podermos educá-los para questão dos riscos do cerol e também da rede elétrica.
No domingo estamos planejando ir às Cidades de Mariana e Ouro Preto que fica perto de onde moramos, para fazermos um passeio de Maria Fumaça, nos aventurar-mos no arvorismo e visitar-mos uma mina de ouro que fica no subsolo.
Já fizemos este passeio a três anos atrás e as crianças adoram, pois é aventura do início ao fim.
Na próxima semana se tudo der certo farei uma postagem do passeio com as fotos.
Mas para deixar com água na boca coloco uma foto do passeio de três anos atrás.

Bom fim de semana.
Bom fim de férias.
Boa Diversão Sadia para todos.

Marcos.

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3 de julho de 2009

11° acampamento PHN

Começa hoje em Cachoeira Paulista-SP, o 11° acampamento PHN, um dos maiores eventos voltado para a grande juventude brasileira e latina.

Força, perseverança e coragem. Essas são as palavras-chave do Acampamento PHN 11 anos que, entre os dias 3 e 5 de julho, espera reunir cerca de 200 mil jovens na sede da Comunidade Canção Nova, em Cachoeira Paulista (SP).
O PHN é uma inspiração do cantor e missionário Dunga.
É mais uma opção de diversão saudável com a finalidade de oferecer ao jovem muito mais que diversão.
Além de oferecer uma gama de atividades para que o jovem possa queimar energia, o acampamento PHN conta com um diferencial que sobrepõe a tudo que os grandes eventos de massa jovem oferecem à juventude atual.
Acampamento PHN é alimento para o corpo e principalmente para a alma.

Você também pode acompanhar o evento pelo sistema Canção Nova de comunicação através dos seguintes canais de comunicação.

Parabólica/rádio

1) Satélite Star One C2 a 70° W (antigo B4) – Sinal Analógico

Polarização: Vertical
Frequência: 4066 (banda C) – 1084 (banda L)

Freq. de áudio da TV: 5.80 Mhz
Freq. de áudio da Radio AM: 6.80 Mhz
FM rádio América São Paulo 96,3 Mhz



2) Satélite Brasilsat B4 a 84° W (antigo B3) – Sinal Digital

Polarização: Horizontal
Frequência: 3845,5 (banda C) – 1304,5 (banda L)
Taxa de símbolos (symbol rate): 10.127
FEC: 3/4

Internet:



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26 de junho de 2009

Filme - Oliwer Twist


Baseado em um dos livros mais famosos do autor Charles Dickens (1812 -1870), Oliver Twist é um filme emocionante e cativante, que trata do fenômeno da delinqüência provocada pelas condições precárias da sociedade inglesa da época.
A história retrata a vida de uma criança que tinha tudo para dar errado, mas que pela intervenção Divina encontra uma saída para vencer.
Após sofrer ao ponto de comer resto de comida de cachorro, Oliver encontra alguém que acredita no seu bom coração e resolve dár-lhe uma chance para ser bem mais do que, o que a dura sociedade o empurrava para ser.

Bom filme.
Bom fim de semana.

Sinopse:

Oliver Twist (Barney Clark) é um órfão entre as centenas que sofrem com a fome e o trabalho escravo na Inglaterra vitoriana. Vendido para um coveiro, ele sofre com a crueldade da família deste e acaba fugindo para Londres. Lá ele é recolhido das ruas por Artful Dodger (Harry Eden), um ladrão que o leva até Fagin (Ben Kingsley), um velho que comanda um exército de prostitutas e pequenos marginais. Quando Oliver conhece um bondoso homem em quem finalmente enxerga um possível pai, Fagin teme que ele denuncie seu esquema. Para evitar isso Fagin planeja um assalto à casa do rico Sr. Brownlow (Edward Hardwicke), o pai desejado por Oliver.

Filtros:
Não recomendado para menores de 14 anos.
Cenas de crianças fumando, consumindo bebidas alcoólicas e envolvidas em atos de delinquência.


Obra-prima literária de Charles Dickens, “Oliver Twist” já ganhou inúmeras adaptações para o cinema, sendo as que ganharam maior destaque: “Oliver Twist”, de David Lean, que concorreu ao Leão de Ouro do Festival de Veneza em 1948; e o musical “Oliver!” (1968), de Carol Reed (que ganhou o Oscar de melhor diretor pelo filme). Agora, em 2005, quando parecia que nada de novo poderia surgir em relação à obra de Dickens, Roman Polanski nos traz a versão definitiva da história, que ofusca todas as produções anteriores, inclusive às duas supracitadas.
Oliver Twist (Barney Clark) é um órfão entre as centenas que sofrem com a fome e o trabalho escravo na Inglaterra vitoriana. Vendido para um coveiro, ele sofre com a crueldade da família deste, e acaba fugindo para Londres. Lá, ele é recolhido das ruas por Artful Dodger (Harry Eden), um ladrão que o leva até Fagin (Ben Kingsley), um velho que comanda um exército de prostitutas e pequenos marginais. Quando Oliver conhece um bondoso homem em quem finalmente enxerga um possível pai, Fagin não vai permitir que o garoto denuncie seu esquema, e ainda aproveitar para planejar um assalto a casa do rico Sr. Brownlow (Edward Hardwicke), o pai desejado por Oliver.
Apesar de ser bem diferente de “O Pianista”, filme anterior de Polanski, muito em “Oliver Twist” nos remete ao mesmo. O sentimento de isolamento de Oliver na precária Londres lembra bastante a situação de solidão vivida pelo personagem de Adrien Brody no filme de 2002. Visualmente ambos os filmes também se parecem, até por que toda equipe técnica é a mesma.
Com uma direção primorosa de Roman Polanski, “Oliver Twist” é, além de emocionante, tecnicamente perfeito. Não se surpreendam se o longa for indicado aos Oscars de Melhor Direção de Arte, Melhor Maquiagem, Melhor Direção de Fotografia etc. O filme conta ainda com uma belíssima trilha sonora.
Deixando a parte técnica de lado vamos tratar do elenco. Todos os atores estão muito bem, tanto os adultos quanto as crianças, mas é impossível não destacar dois: Ben Kingsley, que debaixo de uma maquiagem espetacular está impecável, como sempre, na pele do maldoso Fagin; e Barney Clark, que encara com maestria a responsabilidade de estrelar um filme das proporções de “Oliver Twist” (orçado em US$ 60 milhões – o filme mais caro da carreira de Polanski). Barney Clark é Oliver Twist e Oliver Twist é Barney Clark. Dificilmente outro ator conseguirá se destacar interpretando o personagem depois de Clark. O expressionismo facial do astro mirim é um dos pontos altos da fita. Seus olhos quase sempre lacrimejando são de emocionar até o maior dos brutamontes.
Não deixe de conferir a versão de Polanski de “Oliver Twist”, que é sem sombra de dúvida a mais bela e mais fiel ao romance de Dickens que já chegou ao cinema. Todas as adaptações anteriores eram basicamente filmes infantis, mesmo os que não o eram consistiam em filmes mais leves que este aqui. O filme de 2005 é o que mais se aproxima do livro no quesito sofrimento do personagem, mas o livro ainda é mais triste. A reconstituição da Londres vitoriana também é um dos destaques do filme. A miséria retratada de forma crua pelo renomado cineasta consegue chocar até nós brasileiros do século XXI, infelizmente acostumado a conviver com a pobreza de boa parte de nossa população.
Para terminar esta crítica, nada melhor do que a frase mais dita por Oliver no livro, e no filme: “Please, sir, I want some more” (Por favor, senhor, eu quero um pouco mais).
Lucas Salgado

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